Monitoramento de disponibilidade em Go que cabe num binário e mostra latência junto com o estado. A interface vem embarcada no executável, então não tem nginx ao lado nem pasta de estáticos pra ficar defasada. Projeto meu, open source sob AGPL-3.0.
Case Study
Problema
Quase todo incidente começa com o serviço ficando lento, não caindo, e monitor que só sabe dizer no ar ou fora do ar chega tarde nessa história. Boa parte das opções ainda pede nginx ao lado e uma pasta de arquivos estáticos, virando mais peça pra manter do que o serviço monitorado.
Decisão Técnica
Um binário só, com a interface embarcada por go:embed. Armazenamento plugável entre SQLite e PostgreSQL, com a mesma bateria de conformidade rodando idêntica nos dois pra impedir que banco plugável vire fachada. As batidas cruas viram agregado horário e diário, e o percentil sai sempre do dado cru, nunca percentil de percentil. Uma sonda independente separa a queda do alvo da queda da própria rede, e só ganha o poder de silenciar alerta depois de provar que funciona, porque sonda bloqueada por firewall calaria tudo pra sempre.
Resultado
27 mil linhas de Go, 12 mil delas de teste, em 651 funções de teste. A única superfície sem credencial, a página pública de estado, apanha de uma bateria de invasão com travessia de caminho, injeção no slug e cabeçalho Host forjado. Imagem no GHCR, site do projeto no ar e licença AGPL-3.0.